Associação Sergipana de Supermercados

sexta-feira, 25 de Maio de 2018

webmail

Redes Sociais:

facebook twitter
 
 

Publicidade

Galeria de Fotos

Produção de refrigerante

 

 

O famoso refrigerante de guaraná é produzido com frutas originárias da Amazônia. Do meio da floresta até o consumidor final, a fruta passa por várias transformações. Confira, a seguir, como é o processo de fabricação da bebida.

 

O Guaraná Antarctica foi lançado há quase 100 anos, em 1921. Até hoje, a fabricante diz utilizar a mesma receita e conta que a "fórmula secreta" só é conhecida atualmente por dois funcionários, que não têm a identidade revelada. Essa fórmula é feita em salas-cofres da empresa em Manaus (AM) e Guarulhos (SP).

A base do refrigerante é o fruto do guaraná, originário da floresta amazônica. Quando maduro, o fruto parece um olho humano. A maioria dos produtores se concentra em Maués, município a 270 km de Manaus, com pouco mais de 50 mil habitantes --grande parte vivendo da renda gerada pela venda do guaraná. Ele pode ser consumido "in natura", mas a população amazônica não costuma fazer isso, pois o sabor da fruta não é agradável.

 

A Ambev tem, em Maués (AM), uma fazenda de 1.007 hectares, tamanho equivalente a mil campos de futebol. No local, a empresa faz experiências para melhorar o plantio da fruta e mantém um banco genético da espécie. Por meio do cruzamento de plantas, a empresa cria mudas "melhoradas". A cada ano, cerca de 60 mil mudas são doadas aos produtores locais para o plantio.

 

Cerca de mil produtores fazem o plantio dos guaranazais. Cada planta demora de três a cinco anos para dar frutos. A colheita do fruto é feita manualmente, entre outubro e fevereiro. Após a colheita, os produtores separam o grão, que é a parte preta da fruta. Muitos produtores usam os pés para separar a semente, técnica semelhante à utilizada na fabricação de vinhos. Em seguida, as sementes são lavadas num tanque d"água. Com uma espécie de cesta, os produtores separam as sementes das outras partes da fruta. Após a lavagem, o guaraná é torrado em tachos de barro nas próprias fazendas. O grão torrado do guaraná tem a aparência e o cheiro semelhantes ao do café torrado.

 

Cada pequeno produtor rural consegue vender, em média, 1 tonelada do grão torrado por ano. Os grãos são transportados de barco por meio dos rios da região. Além dos barcos, a única forma de chegar em Maués (AM) é de avião. Os produtores separam os grãos em sacas de 40 quilos, que podem ficar armazenadas por até dois anos. Os produtores separam os grãos em sacas de 40 quilos, que podem ficar armazenadas por até dois anos.

 

O processo industrial começa na fábrica de extratos, também em Maués (AM). O grão torrado é moído e, depois, usado para a fabricação de um extrato. Forte e concentrado, esse extrato é a base do refrigerante. O extrato é, então, enviado para a fábrica de aromas, em Manaus (AM). Lá ele passa por diversas avaliações. Depois de "aprovado", o extrato é misturado a outros ingredientes da "fórmula secreta", como essências, corantes, aromas e óleos naturais. Desse processo, surge o concentrado líquido do guaraná. A fábrica de Manaus envia esse concentrado, de caminhão-tanque, para outras 30 fábricas espalhadas pelo país.

 

Nas fábricas, o concentrado é misturado ao xarope de guaraná, e já fica com um sabor mais doce e próximo da finalização. A colocação do gás carbônico, que dá o efeito espumante, é a parte final da produção. Depois de pronta, a bebida é envasada em garrafas ou latinhas, e recebe o rótulo do refrigerante.

 

A bebida está pronta para ser distribuída. O Guaraná Antarctica é a segunda marca de refrigerante mais vendida no país, atrás da Coca-Cola. Além do Brasil, a marca está presente em países como Portugal, França, Espanha, Inglaterra, Japão e Estados Unidos.

 

Fonte: Uol

Imagens retiradas da internet

 

 

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Este conteúdo está sendo produzido. Aguarde.

Associe-se

associe-se

Publicidade